domingo, 24 de janeiro de 2010


Ideológica
Proteção máxima
Minha falsidade
Meu abrigo
Por de traz de cada sorriso
Salgada lagrima
Saudades anárquicas
Amargo fel dentro do meu peito

Falso andar
Amargo sorrir
Palavras vagas
Quem ira perceber?

No céu o silenciar
Do chão
Abraçando o fim
Com os olhos teimo em te procurar
Como se um dia você pudesse estar aqui

Do inferno
Queimando brasas em minha alma
Em carne viva
O pecado exposto
A distancia que perpetua a macula
Esse silencio que julga e sentencia meu medo

Alem do mar
Ainda existe o deserto

sábado, 23 de janeiro de 2010


Aquela noite
23/01/2010 04hr52min

A cabeça cheia
A mente esvazia
Somem todos os meus medos

A cabeça se perde em devaneios
Estou longe de onde minha alma parece estar

O coração acelera
O corpo esfria
Não tenho mais duvidas para carregar

E quando mais um dia nasce
Tudo recomeça
Meu mundo volta sem convite
Minhas ilusões somem novamente

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Quando penso em saudade
Enxergo o teu nome
Sinto a sua falta
E desejo

Desejo
A volta daqueles dias
A volta
Dos sorrisos
Dentado ao teu lado
Em silencio

Desejo
Abraçar mais um avez
E cada vez,uma vez mais.
Um carinho, um beijo.
Apenas um nunca satisfaz

Desejo o mundo inteiro
Numa palavra
Todas as estrelas
Num olhar
Desejo amor verdadeiro
Daqueles que não enfraquecem
Nem acaba

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010






Meu tempo
03/01/2010 18hr15min

Muito já escrevi
Pouco
Ou nada falei

Escondi o que senti
Nas entrelinhas
Sem nome algum dizer

Esperando
Que no silencio
Fosse percebido
Esse sentimento que sempre carrego

Pois se o acaso
Me trouxe sua amizade
Que as palavras
Tornem eterno
O meu amor

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Disforme
07/01/2010 13hr45min
O vazio se tornou realidade
Ao redor de tudo o que eu via
Como se nada fosse verdade
Como se a luz faltasse em cada dia

O vazio no silencio sem passos
O corredor sem tua companhia
Sem perceber escuto sua voz
Nas lembranças que carrego sem alegria

Pois o vazio do quarto era amargo
E a solidão me consumia
Sem ninguém ao meu redor
Eu me julgava
E me condenava, dia após dia.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Amanhecia, era o décimo sétimo dia do primeiro mês do ano de 2009 após o nascimento de um tal cabeludo que alimentou o povo com peixe e pão e transformou água em bom pastor, o dia nascia normal e tediosamente como outro qualquer a não ser por algumas pequenas diferenças de todos os outros dias tediosos e chatos que o antecederam. Quando o sol nasceu percebeu-se que ele havia apagado. Não se sabia por que mas ele tornara-se uma gigantesca pedra sem calor algum. A lua também se recusou a desaparecer. Mas esta havia se tornado numa grande bola de sangue. Que manchava todo o céu ao seu redor. As pessoas logo perceberam que aquele não seria um dia normal e logo tomaram a atitude mais correta a se tomar. E em poucas horas o caos o pânico e a anarquia havia tomado todo o globo num golpe só pessoas matavam indiscriminadamente, xingando-se mutuamente e casos de agressões eram noticiadas em todo lugar mas fora essas atitudes normais do cotidiano muitos tentavam procurar uma razão para tudo isso. Logo se ouviu fortes trombetas e o povo todo olhou para o alto. E logo uma cena que não se vê com muita freqüência apareceu diante de seus olhos 4 cavaleiros cruzando os céus o primeiro era branco com uma imagem de autoridade usava uma túnica tão branca quanto seu cavalo, a sua frente flutuava uma longa espada e usava uma suntuosa coroa e com seu arco caçava os que se opuseram a ele,seguido de perto por um cavaleiro de armadura e cavalgava um cavalo vermelho como o sangue. Este espalhava a violência e a guerra por onde passava(Iraque, Afeganistão, algumas favelas do rio de janeiro e coisas do gênero) futuramente pretendia se candidatar a uma presidência de algum pais da America do norte. Atrás deste vinha um terceiro cavaleiro este que parecia ser de um país como a Etiópia devido a sua aparência faminta e acinzentada. Carregava uma balança de medida e espalhava a escassez de alimentos e de água por onde passava e por ultimo passou um cavaleiro de cavalo negro como a noite, vestia um manto da mesma cor e possuía o corpo feito apenas de ossos.era a morte que vinha nos visitar.

E diante deste show de esquisitices o pouco de lucidez que havia no mundo acabou. o papa se converteu para a igreja universal e o Michael Jackson resolveu tentar namorar uma mulher ( e tinha mais de 18) era o fim do mundo que se apresentava como um ultimo show na terra. Marilyn manson se tornou pastor e ozzy osbourne largou as bebidas e o Snoop dogg largou a maconha(por uns 30 segundos). Ate os políticos de Brasília resolveram parar de roubar, mas tudo agora era tarde demais o mundo estava acabando e todos teriam de pagar. Anjos e demônios circulavam a terra e tentavam salvar os seus e no meio desta confusão sem fim em algum lugar esquecido de Oxford alguns dos cientistas mais renomados da humanidade olhavam sem acreditar no que acontecia segurando em vão tubos de ensaios e livros de Darwin como se isso pudesse salva-los agora foi quando uma luz e uma fumaça branca tomaram conta desta esquecida sala. E apareceu um senhor de seus trinta e tantos anos moreno com barba e cabelos compridos, sorridente e com chagas nas mãos. Piscou para eles apontou e disse o que serias as ultimas palavras que estas pessoas ouviriam antes de se tornarem passado.


-e então?? Onde esta o seu macaco agora?



E assim veio o fim de tudo.desceu a cortina após o ultimo ato desta bagunçada peça que chamamos de últimos tempos.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010






Sábado a noite
03/01/2010 18hr34min

Nas cores
Do céu
Desenho a saudade
Que sinto de ti

Nas folhas
E no vento
A melodia da sua voz

Pois cada pedaço
De perfeição que eu vejo
Carregam lembranças
Da cor dos teus olhos

E tudo fica tão pequeno
Nos segredos de mais um nascer do sol