domingo, 30 de janeiro de 2011



Paráfrases

Manaus 31/01/2011 00hr32min

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As portas da minha alma

Corredores que eu nunca vi

Esquadrinhando meus temores

Certezas

E tudo o que sempre quis

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As margens de toda a minha esperança

Fluindo para todos os lados

Migrando sem certeza

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Cativando das mesmas sombras

O gosto dos meus segredos

Não tenho vontade de estar de volta

Quando a luz ascende

Mostrando tudo o que tenho

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Mas sempre parece melhor quando você ouve

Parece tão bom quando não estão aqui

Forçando ritmo em versos

Risos criados ao acaso

Transformados das sobras da tua companhia

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sem pensar

Manaus, 28/01/2011 09hr45min

Pular

Para ver até aonde vou

Queda livre

Minha saída

Palavras vagas para camuflar o desespero

E apagar

Todas as cicatrizes

Deixadas para trás

Com tudo o que um dia quis acreditar

Para nunca mais

Olhar de uma forma tão vazia

Guardar lembranças sem valor

Tentando perpetuar

A esperança de que nada foi em vão

Cair

Fecho os olhos para não ver

Tudo o que cultivei

Raízes que me fazem querer voar

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

silencio vazio

manaus,27/01/2011 02hr37min

Noite após noite

A voz e o devaneio

As imagens que vejo passar

A cada momento que me devora

Novas sensações ates do nascer do sol

Noite após noite

Não me deixe do lado de fora

E venha ouvir

As folhas caindo no caminho

Historias tão longas para contar

Noite após noite

Não deixe ninguém acreditar

Que depois que o sol se for

Voltara a escurecer

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


Quando eu abrir os olhos

Quem eu irei ver?

Quando os fechar

Quem ira se despedir?

Como vou me redimir

Das palavras que cavei

Para onde vou?

Como saber se estou certo?

Quando eu estiver ao seu lado

Como acreditar no que vejo?

Em tudo o que sinto

Vai além de tudo o que eu toco

As saudades e todo o desejo

As verdades em seu corpo

O toque e o desespero

A cumplicidade das pontas dos dedos

Quando eu abrir os olhos

Sorria

Quando eu me for

Jamais diga adeus.

sábado, 8 de janeiro de 2011


Manterei

Porto velho 05/01/2011 14hr45min

Sempre acreditei

Em tudo o que escrevi

Mas sempre duvidei

De tudo o que acredito

É isso tudo o que sei

E sei onde deveria estar

Mas sigo entregue a tudo o que conquistei

Procurando entre todas as formas

Maneiras de não desistir

E que sejam mais do que palavras

Mesmo que sejam repetidas

Para sempre reais

Mesmo todas estas mentiras

Que eu repetia ate acreditar

Para ir além das rimas

Além das ruas e das saudades

Levando comigo as marcas do que faço

Apagando tudo o que vejo

Abraçando o desespero

A vida não é uma fotografia

É maior do que todo o que eu tenho

Guardado nestas palavras


terça-feira, 4 de janeiro de 2011


fallen

Porto velho 04/01/2010 12hr25min

Garrafas vazias

Não contam historia

Dos meus sentimentos

Os filmes que vejo

As linhas que sonho

Palavras que escrevo

Desenhando sem ter medo

Dos dias que guardei

Das lagrimas que colhi

Meras lembranças de uma fotografia

Levando como migalhas da tua companhia

Todas as estrelas que cobrirem meu caminho

domingo, 5 de dezembro de 2010

Helena

03/12/2010, 14hr23min

Navegando em suas próprias tormentas

O ponteiro do relógio dizia coisas

Que helena queria esquecer

Pois desde que era pequena

Helena aprendeu a esconde

Tudo o que sente

Apagando cada lagrima

Com sorrisos vazios, fumaça e veneno

Mas são tantos os caminhos

Desenhados na areia

Ela gosta quando o vento

Apaga as marcas dos passos

Esquece o caminho de volta

Mas continua sem perguntar

Helena e seu sorriso

Não é muito mas é o que tem

Tem o mundo inteiro para conhecer

A cada copo vazio

A cada folha em branco